GRUPO ERUDITUS - Natal/RN

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TRIBUTO A PAVAROTTI

Show do Grupo Eruditus emociona platéia na Missa de Final de Ano em Natal

A segunda apresentação do Show Tributo a Pavarotti, pelo Grupo Eruditus, foi realizada na segunda-feira, 31, último dia do ano de 2007, na abertura da Missa Campal de Final de Ano, no Anfiteatro da Praça Cívica do Campus Universitário da UFRN. A missa foi celebrada pelo Arcebispo de Natal, Dom Matias. 

Além do show de abertura, o Grupo interpretou duas músicas sacras durante a Missa, sendo "Panis Angelicus" durante a comunhão, e "Ave Maria", na Ação de Graças. Esta última também foi uma das músicas imortalizadas na voz do tenor Luciano Pavarotti. 

Um dos pontos altos do show foi, mais uma vez, quando o Grupo cantou "Aquerela do Brasil", que o tenor cantou em sua visita ao Brasil com Gal Costa e Maria Bethânia. Seguido da música "My Way", de Frank Sinatra, interpretada 'solo' pelo barítono José Fernandez e "Nessum Dorma", pelo tenor Bruno Santos. O público cantou junto com o quarteto as músicas "Funiculi, Funiculá" e se emocionou quando eles finalizaram cantando "Amigos para Sempre".

O evento contou com a participação de várias autoridades acadêmicas e eclesiásticas e com um grande público presente. A próxima apresentação do Grupo está prevista para fevereiro deste ano. Em breve mais informações.

Fotos: João Gilberto, da Styl Produções Fotográficas - Moraes Neto/Natal/RN.



Escrito por Direção Musical às 03h06
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TRIBUTO A PAVAROTTI

Show do Grupo Eruditus homenageia o tenor Luciano Pavarotti


  
No dia 18 de dezembro, na Casa da Indústria, foi realizada a primeira apresentação do Grupo Eruditus, com o show 'Tributo à Pavarotti', uma homenagem ao tenor italiano Luciano Pavarotti, um dos expoentes da música lírica da segunda metade do século XX. O show, que aconteceu em duas apresentações, às 19 e 21 horas, traz um repertório composto pelas principais músicas cantadas pelo Tenor em sua carreira.
 
A interpretação é do Grupo Eruditus, composto pelos tenores Bruno Santos e César Leonardo, do barítono José Fernandez e do baixo Diogo Nascimento. Com acompanhamento de piano, violino e cello. Quem assina a direção musical é Paraguai. A iluminação é de Marco Trigueiro e a sonoplastia de Eduardo Taufic e Paulo Milton.
 
O evento é foi uma realização de Jô Lopes em parceria com músicos da Escola de Música da UFRN. Contou com o apoio da Unigráfica, Água Mineral Santa Maria, Sesi-100 anos do Solar Bela Vista, Styll Produções Fotográficas, Caminhos Comunicação e Cultura, Drogaria Santa Fé, Blog Substantivo Plural ( www.substantivoplural.com.br) e Stúdio Promídia. A filmagem levou a marca de Alexandre Santos/UFRN e a fotografia de Moraes Neto. 
 
LUCIANO PAVAROTTI

Luciano Pavarotti é o cantor lírico mais aclamado em todo mundo na atualidade. Sua carreira foi um exemplo de que a música erudita não está reservada à elite. A insistência de Pavarotti em popularizar a música recebeu críticas dos puristas. Mas nem eles discutiram a força de sua voz, que chegou a bater um recorde mundial de aplausos, registrado no livro Guiness de recordes.
 
Muito antes de estender sua paixão pela música ao grande público, promovendo eventos que dariam a ele o título de embaixador da paz das Nações Unidas, Pavarotti foi professor de escola primária durante 12 anos, atividade que compartilhou com os primeiros passos na ópera.
 
O talento de Pavarotti levou o cantor a pisar os palcos da maioria dos grandes teatros internacionais pouco após sua estréia, em 1961, como o Rodolfo de "La Bohème". Ele conseguiu o papel ao ganhar um concurso internacional.
 
Os nove dós de peito seguidos que cantou durante "La fille du Regiment", de Gaetano Donizetti, no Metropolitan Opera House de Nova York, em 1972, foram a consagração mundial de Pavarotti. O mesmo teatro foi o palco onde, em 1977, estrelou "Ao Vivo do Met", uma ópera que se transformou na de maior audiência da história da TV e que aumentou a sua visibilidade.
 
A cerimônia de encerramento da Copa do Mundo da Itália, de 1990 marcou uma nova etapa para Pavarotti. Ao lado de Domingo e Carreras, fez ali o primeiro concerto da série "Os três tenores". As 500 mil pessoas que foram ao recital dos três tenores no Central Park de Nova York, em junho de 1993, foram mais uma prova do alcance que tiveram.
 
As gravações do trio aumentaram a sua fama. A mistura das tradicionais árias líricas com sucessos populares incluindo até "Aquarela do Brasil" se traduziu num sucesso de vendas superior ao de astros pop internacional.
 
O trabalho humanitário do tenor, premiado várias vezes com o Grammy, ficou mais visível em 1993. Na ocasião, ele decidiu organizar o primeiro de seus concertos beneficentes "Pavarotti & Friends". Passou a realizar reuniões anuais, colaborando com artistas pop como Elton John e Bono Vox (U2), até 2003.
 
Em março de 2005, Pavarotti se confessou disposto a abandonar os palcos, após 44 anos de trajetória, para se dedicar à família e a aulas de canto. No entanto, em 2006 iniciou uma turnê mundial de despedida, que teve que interromper no fim de junho, para ser operado de um câncer no pâncreas, em Nova York.
 
Em 8 de agosto de 2007 teve que ser internado de novo, após uma recaída. Ficou hospitalizado até o dia 25, quando voltou para sua casa, mas nunca mais se recuperou. Pavarotti morreu no dia 6 de setembro deste ano, aos 71 anos, e deixou saudades no coração de todos os amantes da música erudita e do povo para quem ele levou sua arte.



Escrito por Direção Musical às 17h31
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